sábado, 26 de abril de 2008

OLHAR INTROSPECTIVO - OLHAR MUSICAL








Sempre Será (Araketu)


Gosto de ficar te olhando
Passo o tempo imaginando
Teu modo de amar
Toda vez que eu te vejo
Eu te quero e te desejo
Não dá pra disfarçar...

Eu preciso dar um jeito
Nessa paixão guardada
Dentro do meu peito
Tenho amor demais pra dar...

O que tem que ser
Assim será
Vai acontecer
Sem esperar
Você não entende
As coisas que eu te digo
E o meu coração
É teu lugar...

Pra gente viver
Tem que sonhar
Quem quer receber
Tem que se dar
Você não entende
O que mexeu comigo
Quero você
E vou te amar...

sexta-feira, 25 de abril de 2008

OLHAR CIRCUNDANTE - A química da amizade

Nossa amizade é como uma ligação covalente, sempre compartilhando alegrias, tristezas...
Nunca surgirá um radical, porque essa ligação jamais se quebrará!
Sei que em alguns momentos será necessário, ver, analisar algo errado e balancear a equação, buscando o equilíbrio químico entre a gente.
O meu coração para você, sempre será uma cadeia aberta, onde você sempre terá o livre arbítrio de fazer e decidir o que quiseres, sem sufoco, cobranças (cadeia fechada).
Em determinadas situações haverá vários intrusos que vão querer decompor a nossa amizade... Como por exemplo, a Distólise: Ocorre a decomposição devido a distância.
A Pirólise: quando a decomposição ocorre devido o amigo pirar de tanta saudade...
Mas como a ligação que existe entre nós é de alma, ponte de hidrogênio, é muito difícil ser quebrada!
Que a nossa amizade nunca evapore, mas que sempre estejamos bem unidos, no estado sólido! Como na reação de síntese ou adição... pois existe a união de duas pessoas que reagem e formam um único produto: A amizade!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

O ÚLTIMO ATO - OLHAR RETROSPECTIVO



E tu vais assim, tão mansamente como chegaste
Nos lábios um sorriso, nos olhos uma dor.
No coração anseios de esperanças
Prenúncios de um novo futuro?
Certezas de outro amor?
E eu vou ficando por aqui olhando esse teu “INDO”
Vou saindo de ti e te perdendo de mim
Num desespero surdo e sem alento
Inerte e impotente, já chegando ao fim.

Quero reter-te, mas ainda assim não devo
Sei que precisas seguir o teu caminho
Já não tenho ilusões, mas quero que te lembres
De quem te ama e vai ficar sozinho

E se um dia voltares e me vires rindo
Não creias que por isso eu não sofri
Pois o palhaço chora sob a maquiagem
E por sobre o picadeiro...ele sorri.

Setembro/1995

EI, QUE OLHOS SÃO ESSES?


Correstes muitas léguas? Navegastes em muitos mares? Suastes o suor frio? Pisastes na areia quente?
Deitastes em leitos turvos? Amastes sem ser amada?
Provastes o sabor ácido? Gritastes para o vazio? Luta...briga...vida...vida!
Rosita


SE QUERES SABER DE MIM

Se queres saber de mim não olhes os meus retratos julgando saber-me assim.
Se
queres saber quem sou, não busque nas minhas respostas quando perguntas onde vou.
Se queres saber quem é
esta que te sorri não olhe para a mulher.
Que não me saberás pelo sorriso, não me conhecerás pelas respostas.
Meus retratos são imprecisos,
a cada dia traço novas rotas.
Se queres porventura, um dia,
entender deste coração, olhe meus olhos primeiro: é neles que mora a poesia que me explica dia após dia e me mostra por inteiro.
Se queres saber-me de fato,
recomendo-te menos cuidado, muito carinho, pouca fala, mais riso e tato, muito tato.

Débora Cristina Denadai

OLHAR INTROSPECTIVO - LÁGRIMAS DA ALMA

Eu perco o chão, eu não acho as palavras
Eu ando tão triste, eu ando pela sala
Eu perco a hora, eu chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim
Eu perco a chave de casa
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio...
Onde será que você está agora?
Adriana Calcanhoto

OLHAR INTROSPECTIVO - TEMPO VIDA


Tempo...vida...

Olha!!!! Estou aqui!
Já é noite!
Movimentos de vidas no tempo, sombras e olhos da noite e eu estou aqui...
Vê! Estou aqui!
Palavras ao vento, pensamentos soltos, sentimentos estampados, olhares escancarados e estou aqui!
Submundos vistos, teorias defendidas, marcas escancaradas e eu estou aqui.
Tempo...Vida.......Olha estou aqui...
Rosita

OLHAR PROSPECTIVO - OLHANDO A VIDA DE OLHO NAS METAS

PARA REFLETIR

Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas. Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, já vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava de novo. Então ele começou a ficar desanimado e pensou: "jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!". Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco. Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas.
A esse respeito, disse o apóstolo Paulo: " É claro irmãos que não julgo já ter alcançado minha meta. Porém uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente. Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória" (Bíblia Sagrada, Filipenses 3.13)

UM OLHAR RETROSPECTIVO - BELÉM ANTIGAMENTE

















terça-feira, 22 de abril de 2008

UM OLHAR CIRCUNDANTE - MEU AMIGO PAULO

Hoje ganhei um presente do amigo Paulo. Olhei, olhei, olhei e viajei...

A luz do dia revela-nos sempre coisas bonitas que, às vezes, não percebemos à noite.


Esta poesia é para você meu amigão...Leia nas entrelinhas...Isso você sabe fazer muito bem!!!!!


Desnudar
Olhe pra mim... quanta imperfeição.
Preste atenção nestas novas linhas ao redor de meus olhos.
Olhe pra mim... ando envelhecendo dia a dia, lentamente.
Olhe pra mim agora que tenho coragem de mostrar cada defeito colecionado nestes longos anos.
Olhe bem pra mim neste dia em que tenho coragem de expor toda minha imperfeição.
Olhe bem ... esta sou eu...
Olhe hoje...amanhã talvez eu queira me esconder
E me pensar e me fingir perfeita.
Autora: Dafne Stamato

segunda-feira, 21 de abril de 2008

OLHAR AMOROSO - OLHANDO COM OLHOS DO CORAÇÃO


olhando a família



Um momento, um tempo, um lugar, muitas palavras, um sorriso, uma lágrima, uma lembrança, uma saudade. MEU PAI!


Uma palavra, uma prece, uma ternura, uma sabedoria, uma bondade, um exemplo. MINHA MÃE!






Um amor, duas vidas, uma alegria, dois encantos. MINHAS FILHAS!



Minha gente, minha base, meu chão. minhas alegrias! MEUS PARENTES!




Um beijo, um abraço, um aperto de mão. União de irmão, nada é em vão.




OLHAR CIRCUNDANTE - IMAGENS.COM

Álbum fotográfico - Olhares. com

Site de fotografias on line que possui galerias públicas muito interessantes.
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quarta-feira, 9 de abril de 2008

OLHAR CIRCUNDANTE - NOSSAS FRUTAS





A Amazônia é um infinito pomar onde, de tudo, há.
Frutos polposos ou não: adocicados, adstringentes, ácidos. Alguns, belíssimos, mas venenosos; outros, enjoativos de tão perfumados; ainda, bonitos, mas pouco saborosos; ao invés, feios de visual, mas extremamente gostosos.
Há formas e tamanhos variadíssimos: ovóides, oblongos, elípticos, cilíndricos, alongados, pequenos, médicos, grandes, volumosos.
E as cores? Há verdes, amarelos, brancos, roxos, vermelhos, púrpura, um arco-íris entre cores puras e combinadas pela Mãe Natureza. Um deslumbramento!
Olhe algumas de nossas frutas. Elas são apreciadas não só pelos nativos mas por todos aqueles que têm, tiveram ou terão a ventura de saboreá-los “in natura” ou sob a forma de sucos, sorvetes e incríveis sobremesas.

terça-feira, 1 de abril de 2008

OLHAR CIRCUNDANTE - BELÉM

Olhando Belém
Nilson Chaves - Composição: Vital Lima

O sol da manha rasga o céu da Amazônia
Eu olho Belém da janela do hotel
As aves que passam fazendo uma zona
Mostrando pra mim que a Amazônia sou eu
E tudo é muito lindo
É branco, é negro, é índio
No rio Tietê mora a minha verdade
Sou caipira, sede urbana dos matos
Um caipora que nasceu na cidade
Um curupira de gravata e sapatos
Sem nome e sem dinheiro
Sou mais um brasileiro
Olhando Belém enquanto uma canoa desce um rio
E o curumim assiste da canoa um boing riscando o vazio
Eu posso acreditar que ainda da pra gente viver numa boa
Os rios da minha aldeia são maiores do que os de Fernando Pessoa
e o sol da manha rasga o céu da Amazônia
Olhando os meus olhos de verde e floresta
Sentindo na pele o que disse o poeta
Eu olho o futuro e pergunto pra insônia
Sera que o Brasil nunca viu a Amazônia
E vou dormir com isso
Será que é tão difícil

Olhar Belém é acompanhar o Círio de Nazaré, é ver barcos descendo rios, é ver o tucupi fervendo, é ver mãos feridas da corda, é ver carimbó, é ver bocas sujas de açaí, é ver manga caindo nas ruas, é ver túnel de mangueiras, é beber suco de cupuaçu, é comer creme de graviola, é ouvir Nilson Chaves e Fafá de Belém, é passear na Praça Batista, é comprar na feirinha da Praça da República, é sentir a chuva da tarde, enfim, é enamorar-se das belezas da cidade.







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